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17/02/2014 07h26
MEMÓRIAS DE AGUINHAS (29) - A Água Mineral de Lambari

Introdução

A exportação das águas desta estância (Lambari), durante o mês de junho próximo passado (de 1913), foi de 766 caixas, das quais 146 não pagaram o imposto de 1$000, por se destinarem ao próprio Estado de Minas.

O agente da estação declarou-me não estar cobrando imposto sobre as águas que se destinam ao próprio Estado por não lhe permitir a pauta da Secretaria de Finanças.

Essa declaração do agente da rede me foi repetida pelos demais agentes de São Lourenço, Baependi e Cambuquira. (Minas Gerais de 29 de agosto de 1913, fls. 782)

(Citação extraída do livro QUESTÃO MINAS  X  WERNECK, Obras Completas de Rui Barbosa)


  Depois de longos anos, no bojo da reforma do Parque das Águas, a nossa água mineral passou a ser novamente engarrafada. 

Nesse post, vamos comentar o relançamento da Água Mineral Lambari e recordar um pouco da história da comercialização de nossas águas.


Reforma do Parque das Águas

As obras de reforma e revitalização do Parque das Águas Annunciato Gesualdi, iniciadas em maio de 2012, foram concluídas em outubro de 2013, exigindo investimento de quase R$ 2 milhões. Contemplaram ampla reforma dos quatro fontanários, coreto, prédio do Centro Cultural, infraestrutura de acessos e paisagismo.  (1)


Relançamento da Água Mineral Lambari

   A Águas Minerais de Minas, subsidiária da Copasa, investiu mais de R$ 3 milhões para relançar a tradicional água mineral Lambari. Os recursos viabilizaram a aquisição e instalação de modernos equipamentos para a fábrica de envase. Inicialmente, a Lambari será comercializada em embalagens de 300 ml e 500 ml nos mercados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.  (aqui)


Um pouco de história

Na série de posts sobre o Parque das Águasvimos como se deram os primeiros processos de canalização e engarrafamento de nossas águas. Agora vamos mostrar uma pequena história fotográfica da propaganda, envasamento e transporte das águas virtuosas de Lambari.


Propaganda das águas

Capa Cidade das águas: usos de rios, córregos, bicas e chafarizes em São Paulo (1822 - 1901)

No livro acima, de Denise Bernuzzi de Sant'Anna (Editora Senac, São Paulo, 2007), há a seguinte referência à água mineral de Lambari, da qual se deduz que nossas águas já eram conhecidas e comercializadas em São Paulo em 1892:

 


Propagandas: (1) Revista Fon-Fon (1907); (2) O Malho (1923)

   


Rótulos e Vasilhames

           

Antigos rótulo e vasilhame da Água Mineral de Lambari

    

Rótulos e vasilhames da época das concessionárias (1) Hidrominas e da (2) Superágua


Transporte


Referências

(1) Agência Minas


Colaboração: Museu Américo Werneck, Lambari em Fotos & Textos, Wagner Augusto e André Gesualdi.


Publicado por Guimaguinhas em 17/02/2014 às 07h26
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